Ministério e Aneel negam governo sobre estudos para construção de usinas

Eneasasaid também disse que eles são muito seletivos em conceder permissões ao povo para construir a usina.

O Ministério da Gestão de Recursos Hídricos e o Desenvolvimento de Aeneasaid também disse que eles são muito seletivos em conceder permissões ao povo para construir a usina., em Nova Deli, negaram qualquer estudo da Comissão Central de Água para estabelecer uma ala de pesquisa sobre questões relacionadas à água. Na carta à comissão, eles afirmaram que nenhum estudo foi feito. Eles afirmaram ainda que a proposta do ministério para a construção de reservatórios era puramente uma proposta de gestão dos recursos hídricos existentes. Eles também afirmaram que essa proposta foi aceita pela CMW. O Ministério dos Recursos Hídricos é o responsável pela gestão dos órgãos hídricos que incluem, lagos, barragens e rios.

Recentemente, a Comissão Central de Águas enviou um aviso ao Ministério dos Recursos Hídricos sobre uma série de projetos de pesquisa que deveriam ser feitos com base nos quais os projetos de gestão da água poderiam ser retirados. O Ministério não respondeu a essa demanda. Ao mesmo tempo, o Aanesaid negou relatos de que o Ministério havia ordenado que eles não realizassem tais estudos ou tomassem tal decisão. Eles afirmaram que o projeto foi iniciado pelo governo anterior.

Há muitas razões por trás de tal negação pelo ministério. Uma das razões pode ser que eles possam sentir que não há problema em deixar a Comissão Central de Água decidir sobre que tipo de planta será construída. Outra razão pode ser que eles estão com medo das repercussões que a Comissão Central da Água pode decidir impor ao seu projeto. Por último, há também outros fatores como o custo envolvido e o impacto no meio ambiente e no turismo.

Mais cedo, houve estudos realizados pela Comissão Central de Águas para analisar a quantidade de água necessária por vários corpos d’água no país. Em seguida, o Ministério dos Recursos Hídricos realizou um levantamento para saber a localização dessas usinas. No entanto, ambas as pesquisas saíram com resultados diferentes. O ministério percebeu que construir a fábrica em um determinado lugar seria impossível. Nesse caso, concluiu-se que construir a usina em um lugar diferente, em um solo diferente, em um clima diferente, seria uma opção viável.A principal razão que o ministério citou é que seria inapropriado para o governo gastar dinheiro em tais projetos, considerando a atual política fiscal do governo. Por outro lado, o argumento avançado por eque era a única alternativa possível para seus requisitos. Outra razão que eles citaram é que os projetos são necessários apenas para o fornecimento de água potável e não para a geração de energia elétrica. Outro argumento avançado porque o estudo paraicontolors ainda está em curso e ainda não de alguns grandes problemas associados ao uso do leito do lago.

Eles também negam pedidos do governo para realizar novos estudos sobre os efeitos da cloração no meio ambiente e seu impacto no sistema aquático. O estudo deve ser feito em coordenação com o Ministério do Meio Ambiente. Este último é responsável por garantir que não haja mais riscos para o sistema aquático e para o lago. Apesar de tudo isso, eles ainda deram o prazo para um laboratório de pesquisa marinha para realizar mais estudos.

Disse ser seletivo muito em conceder permissões ao povo para construir a usina. Já havia muitas regras impostas à construção de uma usina marinha e o ministério não estava interessado em mudar nenhuma dessas regras, uma vez que isso aumenta os custos e reduzirá a eficiência da usina. Outra razão citada que o lago em questão é um ponto turístico favorito para os moradores há décadas e seria difícil reverter essa tendência se o governo quisesse desviar a receita turística da área. Embora a área sempre tenha sido uma das favoritas dos turistas, o volume de pessoas que visitam a área diminuiu desde que a cloração foi introduzida.

Posteriormente, foi anunciado que estudos adicionais a ser realizados para ver a área precisa de mais expansão. É interessante que o ministro do Meio Ambiente tenha afirmado que nenhuma pesquisa será feita sobre toxicidade hídrica, considerando que já foram realizados tantos estudos negativos. Esses fatos mostram que o Ministério negou ao governo de Par sobre estudos para construir uma fábrica em Lakeawan.